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O papel da agência Belta nos momentos de crise

O papel da agência Belta nos momentos de crise

Pandemia do Coronavírus prova a importância de contar com o auxílio de profissionais especializados em momentos de dificuldade no intercâmbio

Imagine a situação: você está sozinho, sem amigos e família por perto, em outro país, a milhares de quilômetros de casa. De repente, a rotina, que já fora modificada desde a saída do Brasil, sofre outro baque. Escolas e universidades fecham as portas. O comércio deixa de funcionar. Notícias aparecem dia após dia com informações sobre um vírus até então desconhecido. Novas palavra entram no vocabulário: pandemia, quarentena, coronavírus.

Parece roteiro de filme, mas assim foi o ano de 2020 para muitos estudantes que estavam no exterior antes, durante e depois da disseminação do Covid-19. Felizmente, para uma parcela dos intercambistas o final da história não de uma produção de terror. Isso porque eles contavam com o auxílio das agências selo Belta para lidar com as dificuldades da trama.

Da escolha do destino ao preenchimento de documentos, passando pela seleção do programa mais adequado e por questões logísticas, as agências selo Belta são referência para quem deseja tirar do papel os sonhos de realizar um intercâmbio. Mas, às vezes, nem todo o planejamento do mundo é capaz de criar uma barreira contra situações de problema. A pandemia provou que, sim, todos podemos ser afetados por surpresas negativas.

São nesses momentos que uma agência bem preparada se mostra vital para que, mesmo diante das adversidades, os impactos sobre o intercâmbio e sobre os alunos sejam reduzidos. “Com toda experiência, expertise e contatos que uma agência possui, contribuímos para resolução de situações como a da pandemia”, diz Antonio Bacelar Júnior, CEO da agência selo Belta Via Mundo. “A equipe de uma agência selo Belta, bem preparada e treinada, sabe os caminhos para oferecer o melhor suporte e solução a seus clientes”.

Thiago España, CEO da agência selo Belta World Study, partilha dessa visão. “O papel da agência é informar, orientar, tentar encontrar saídas e dar o máximo de informações para que os alunos possam tomar a melhor decisão diante de um momento tão complicado e novo para todo mundo”, ele analisa, ressaltando o cenário inédito causado pela pandemia.

E para os estudantes, como as coisas se desenrolaram? De lugares diferentes do mundo, eles contam como vivenciaram o período e como as agências selo Belta foram fundamentais no auxílio do que fazer – seja voltar para casa, seja continuar no destino de intercâmbio.

Aline Carla Krüeger

19 anos, de Blumenau (SC)

Onde estava
Madison, New Jersey, Estados Unidos

O que estudava
Bacharelado em neurociência na Drew University

A rotina antes da pandemia  
“Bem movimentada. Tinha aulas presenciais nos laboratórios e estudava sozinha pelo menos seis horas por dia. No âmbito pessoal, todo dia era uma novidade. Saia bastante para conhecer lugares novos e falar com outros estudantes, locais e internacionais.

As primeiras reações com as notícias do vírus
“Foi tudo bem rápido. Em um dia, os professores comentavam a respeito. Dias depois, vieram as notícias que o vírus havia se espalhado da China pra outros países. Durante um recesso de primavera, fui para o Texas e no aeroporto já havia uma preocupação maior. Quando voltei para o campus, dias depois a universidade cancelou as aulas presenciais.

Decisões tomadas
“As aulas foram declaradas remotas até o fim do semestre e o acesso ao campus fora proibido. Decidi que voltaria para o Brasil. Não queria, mas foi a melhor decisão. Lá, eu estaria sozinha, morando em um lugar que não conhecia bem e sem muito suporte emocional. Comprei a passagem em dois dias. Foi como se eu tivesse saído correndo”.

O auxílio da agência
“Além das passagens, eles me ajudaram no visto e na documentação, principalmente. Essas questões internacionais são bem delicadas, e precisamos ter tudo bem esclarecido. Agora, acompanhamos a situação das restrições de viagem para que eu possa voltar”.

O que diz a agência?
“Ajudamos a Aline a lidar com a situação com calma, e demos o suporte necessário para que ela deixasse tudo arrumado na faculdade para quando voltasse. Estamos sempre em contato para que todas as matérias que ela esteja fazendo online estejam de acordo” – Thiago España

Antônio Veloso

21 anos, de São Luís (MA)

Onde estava
Toronto, Canadá

O que estudava

College

A rotina antes da pandemia  
“Corrida. Eu trabalhava pelas manhãs, as 20 horas semanais que a legislação permite, e à noite eu tinha aula. Com isso, eu passava o dia inteiro fora de casa”.

As primeiras reações com as notícias do vírus
“Pensei que a galera tava surtando (risos). Por aqui, o pessoal começou a estocar comida em janeiro! Fui para o Brasil no carnaval e quando voltei, trabalhei por duas semanas e veio o lockdown. Fiquei muito assustado. Fiquei sem trabalho. Pensei em voltar para o Brasil.

Decisões tomadas
“No momento em que não havia previsão de voltar a trabalhar e de receber algum dinheiro – por aqui, sou remunerado por hora trabalhada –, pensei seriamente em voltar. Mas fiquei mais calmo depois de conversar com amigos. Duas semanas depois, comecei a receber uma espécie de auxílio emergencial dado pelo governo daqui e fiquei mais tranquilo”.

O auxílio da agência
“Eles foram muito bons comigo. Sempre me deram o auxílio necessário e uma força pelo fato de eu estar longe de casa naquele momento”.

O que diz a agência?  
“O Antônio teve um choque inicial, mas ficou tranquilo quando viu que estava em um lugar seguro. Mantivemos contato frequente para checar a situação e nos colocamos à disposição para organizar um possível retorno caso ele decidisse por isso, o que não aconteceu” – Antônio Bacelar Jr.

Bárbara Demberi
19 anos, de São Paulo (SP)

Onde estava

Henderson, Kentucky, Estados Unidos

O que estudava

High School

A rotina antes da pandemia  
“Igual a de qualquer adolescente estadunidense: da manhã, ia para a escola, almoçava por lá mesmo, e depois do fim das aulas continuava na escola fazendo em atividades extras até minha host mom me buscar às 18h. Fazíamos as compras, jantávamos e conversávamos. No geral, a rotina era bem leve e tranquila, principalmente por estar em uma cidade pequena”.

As primeiras reações com as notícias do vírus
“Inicialmente, eu não queria voltar. Já estava lá há 7 meses e faltava pouco para concluir o intercâmbio. Mas com tudo fechado, eu não estava tendo mais aulas e ninguém se encontrava. Deu uma sensação de desespero por estar sozinha e de não saber quando eu poderia voltar por conta do fechamento das fronteiras”.

Decisões tomadas

“Depois de pensar muito e considerar o fato de ter problemas de saúde tratados com remédio controlado, achei mais seguro eu estar no Brasil junto com a minha família”.

O auxílio da agência

“Perguntamos quais eram as melhores opções e eles nos tranquilizaram. Embora fosse uma decisão a ser tomada por minha família e eu, eles nos ajudaram oferecendo várias opções”.

O que diz a agência
“A Bárbara ficou extremamente insegura, pois o pai estava no Brasil e a mãe e o irmão estavam na Austrália, também fazendo intercâmbio. Ajudamos muito no retorno de todos. Ela concluiu o High School, e não houve a necessidade de nenhum tipo de ressarcimento” – Thiago España

Antônio Beirouth
17 anos, de São Luís (MA)

Onde estudava
Hannibal, Nova York, Estados Unidos

O que estudava
High School

A rotina antes da pandemia
Era bem simples. Eu ia para a escola pela manhã, praticava esportes – corrida – ao final das aulas e estudava em casa. Aos fins de semana, participava de competições e fazia atividades com minha host family, como trilhas e aulas de dança”.

As primeiras reações com as notícias do vírus
“Achei que seria algo que duraria umas duas semanas, no máximo um mês, então nem me preocupei muito. Mas à medida que foi ficando mais sério, fiquei mais preocupado com minha família no Brasil. Minha cidade nos EUA tinha 5 mil habitantes, então a pandemia não afetou drasticamente lá. Eu me sentia seguro, e tinha um pouco de receio de voltar logo”.

Decisões tomadas
“As aulas ficaram todas online. Eu voltaria no fim de junho, mas voltei em maio. Acontece que o programa que participei recebeu uma notificação do departamento de estado de Nova York solicitando que todos os intercambistas fossem embora até o dia 30 de maio”.

O auxílio da agência
“Eles auxiliaram bastante, sempre enviando mensagens e organizando reuniões online para saberem da situação e como estávamos lidando com tudo”.

O que diz a agência
“O Antônio se sentiu tranquilo o período todo, e havia decidido por permanecer. Ele conseguiu concluir a graduação, mas precisou voltar por determinação do governo americano. Acompanhamos todos os trechos da viagem até o reencontro com a família” – Antônio Bacelar Jr.

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