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O ensino superior fora do Brasil: tudo o que você precisa saber

04 de Outubro de 2017

Bacharelado, mestrado, doutorado, pós-graduação: as universidades no exterior estão de braços abertos esperando por você

 O ensino superior fora do Brasil: tudo o que você precisa saber

“Incrível”. A definição de Rafaella Stein Elger sobre o decorrer de uma longa temporada nos Estados Unidos vem em uma única palavra, mas diz muito sobre as experiências que muitos alunos brasileiros têm, cada vez mais, em mente: realizar o ensino superior no exterior.

Aos 18 anos, Rafaella deixou para trás sua Curitiba e as salas do ensino médio para ir para a cidade de Tampa, na Flórida, estudar medicina. Há mais de um ano em território americano, ela cursa atualmente Microbiologia, Química e Inglês com foco em escrita profissional na University of South Florida, uma preparação de quase quatro anos até seguir para a Medical School, de onde sairá como médica após mais quatro anos de estudos.

“Desde pequena eu queria ser neurocirurgiã nos Estados Unidos”, Rafaella ressalta. Depois de muita pesquisa – e do auxílio de uma Agência Selo Belta – a estudante concluiu que “o melhor jeito para seguir nesse caminho seria fazer a faculdade inteira já fora do Brasil”.

Realizar um curso na íntegra, contudo, não é a única opção para quem deseja ter a experiência do ensino superior no exterior. Muitos estudantes acabam passando apenas um período reduzido do curso de bacharelado – já iniciado no Brasil – em território estrangeiro, sem que isso acarrete na perda do semestre ou do ano letivo. Mas cada caso é um caso. “É recomendado consultar previamente a instituição de ensino aqui no país, que pode ou não validar as matérias estudadas”, aconselha Carolina Luciano, coordenadora de marketing da Agência Selo Belta Intercultural, que aponta: “quando não é possível obter aproveitamento, o aluno deve considerar que o que estudou no exterior é um plus à sua formação”.

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Quais são os passos a serem tomados rumo à universidade fora do Brasil? “O interessado deve procurar uma Agência Selo Belta especializada nessa área, pois nem todas as agências de intercâmbio possuem conhecimento e know-how sobre processos de estudo de nível superior no exterior”, destaca Eduardo Heidemann, diretor de intercâmbio da Travel Mate.

Mas fique atento: contar com o auxílio de uma agência na preparação da application não é garantia de uma colocação na universidade. “A agência não pode interceder na aprovação, pois, em última instância, essa avaliação depende exclusivamente da instituição no exterior”, aponta Heidemann. Ressalva feita, ele destaca o papel de uma agência Selo Belta na elaboração da ficha de inscrição pedida pelas universidades no exterior: “a agência pode auxiliar o candidato com dicas e informações que poderão contribuir para que seu perfil seja mais forte e atrativo diante dos requisitos exigidos”.

Além do auxílio no preenchimento da application, reunião de documentos e facilidades nas formas de pagamento, as agências contribuem de outras formas para que o estudante vá para o exterior. “A agência também pode usar seus parceiros no exterior para encontrar a melhor opção de curso e instituição e também para ter acesso diretamente aos departamentos de admissão das instituições de ensino superior”, aponta Carolina.

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“Fazer intercâmbio abre a mente para novas oportunidades”. Com esse pensamento em mente, Camilla de Carvalho embarcou em mais uma viagem de estudos rumo ao Canadá – as duas primeiras foram dedicadas a ampliar as capacidades no inglês. Agora, ela volta a Vancouver para iniciar os dois anos de Legal Studies, curso equiparado a uma pós-graduação no Brasil, para expandir seus conhecimentos em Direito Internacional.

Além da experiência fora do país, Camilla levou o mercado de trabalho em consideração na hora de optar pela pós-graduação no exterior. “Quando eu trabalhava em um escritório de advocacia, meus chefes, que tinham doutorado, mestrado e estudos no exterior, me questionavam sempre quando eu iria fazer pós-graduação e enfatizavam o quão importante era estar sempre atualizado”, ela diz. “E é isso que o mercado de trabalho quer, quer profissionais competentes e antenados, independente da área de trabalho”.

Além do peso no currículo, os estudos posteriores ao bacharelado em outro país oferecem mais benefícios. Além de salas de aula globalizadas, com estudantes de diversas nacionalidades com os mais distintos backgrounds culturais, conta também o tempo de duração dos cursos – em muitos países, o mestrado dura apenas um ano – e o nível de especificidade oferecido pelas universidades para quem deseja se aprofundar em um tema.

Interessada por assuntos internacionais e humanitários, Danielle Ferreira encontrou na Inglaterra um mestrado que fosse a fundo em ambos os campos com um enfoque bem específico. Ela passou um ano em Londres, onde cursou Conflict Resolution in Divided Societies (‘resolução de conflitos em sociedades divididas’, em tradução livre).

“Estudei temas relacionados ao Oriente Médio e conviver com outros alunos da região enriquecia as visões apresentadas em sala de aula”, diz Danielle. Depois da experiência, a jornalista participou de projetos ligados à ONU no Brasil e também esteve na Palestina para aplicar e entender em campo tudo aquilo que aprendeu na universidade. O conhecimento acadêmico, como se vê nesse exemplo, foi praticado diretamente no mundo real.

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Uma das condições para ser aceito em uma universidade fora do Brasil é a proficiência no idioma do país escolhido – ou do inglês, língua na qual muitos cursos são oferecidos em diversas nações. O nível de fluência exigido varia de faculdade para faculdade e de curso para curso, assim como os certificados válidos. Nos estudos em inglês, o IELTS e o TOEFL são amplamente aceitos. Há quem dedique uma viagem de intercâmbio para um país anglófono para se preparar para as provas. Procure um Agente Selo Belta para saber mais!


Em muitos países, o mestrado tem duração de apenas um ano. Um dos pontos positivos é que muitos cursos MA (Master in Arts) e MSc (Master in Sciences), menos baseados em pesquisa e mais focados em sala de aula, entram dentro da categoria stricto sensu na volta do estudante ao Brasil – contanto que tenham um equivalente oferecido por uma universidade pública no Brasil, que será responsável pela validação do diploma no país.

Muitos países oferecem um regime de vistos especiais para estudantes recém-formados nas universidades locais. Após a conclusão do curso – seja ele de bacharelado, mestrado, doutorado ou outro curso de pós-graduação – o estudante pode, em muitos casos, solicitar a extensão de sua permanência por seis meses ou até um ano para buscar um emprego!

 

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