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Sucesso profissional? O intercâmbio ajuda a chegar lá!

06 de Setembro de 2017

Profissionais de diversas áreas avaliam a importância de uma viagem de estudos para ampliar as chances de sucesso na carreira

“Fazer intercâmbio foi uma experiência muito enriquecedora porque me possibilitou lidar com diferentes culturas em muitos âmbitos: do aspecto profissional e acadêmico a saber como é a vida de fato em outros lugares. Ter tido a possibilidade de entender o mundo de uma outra forma me fez questionar minha própria maneira de agir em muitas situações e crescer muito. As instituições de ensino no exterior investem muito na formaçao crítica de opinião do aluno e discutem diversos assuntos que, não necessariamente, são sobre aquele país. Estudar fora também me abriu portas para oportunidades de trabalho, pois a conexão com pessoas de várias partes do mundo me deu a oportunidade de entender a complexidade das relações internacionais, o que certamente me ajudou ao conseguir um emprego na ONU. Sem essa experiência internacional, não acho que teria a visão global que desenvolvi e que é presente e necessária na maioria dos trabalhadores das Nações Unidas que, além de profissionais, também são embaixadores dos aspectos positivos da globalização”.

Flávia Lorenzon, 27, estudou espanhol no Chile, fez parte da graduação na Espanha, mestrado na Inglaterra e acumula passagens por Brasília, Roma e Cairo sob diferentes programas da ONU

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“Sou de uma geração em que as deficiências na formação acadêmica eram supridas com muito esforço, dedicação e talento no ambiente de trabalho, mais aberto àqueles que, mesmo sem um currículo brilhante, tinham a oportunidade de crescer e se estabelecer em uma empresa. Mas, com o passar dos anos, cheguei a um cargo importante em uma multinacional presente em vários lugares do mundo, que hoje é totalmente globalizado. Ampliar os estudos do inglês era fundamental. O domínio da língua, independentemente da idade e posição, se faz cada vez mais importante no mercado. Tirei um período de férias para realizar o intercâmbio. Foi difícil, pois deixar a família para trás já com uma certa idade nas costas não é confortável. Porém, acho que apenas a imersão total no idioma – o que inclui estudar em um país onde você possa praticá-lo e ouvi-lo diariamente – é capaz de dar a fluência e confiança necessária para se comunicar em uma língua que não a sua nativa. Isso sem contar a experiência de viver de fato em um outro país, o que nos traz perspectivas bem diferentes daquelas que temos quando viajamos a lazer ou a trabalho”.

Edson Bastos, 53, estudou inglês na Inglaterra, e é diretor de crédito em uma multinacional alemã do setor farmacêutico e agrícola com 40 escritórios pelo mundo

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“Por meio do intercâmbio, tive acesso a novas possibilidades profissionais. Cursei Artes Cênicas na New York Film Academy. A experiência durou em torno de 3 anos – morei 2 meses em Nova York e o período restante em Los Angeles, na Califórnia. Conheci profissionais de outros países, de outras culturas, e estudei diferentes vertentes de atuação não tão disseminadas no Brasil. Ter conhecido pessoas voltadas para o meu campo de trabalho foi imprescindível para que novas oportunidades profissionais surgissem. A acomodação é cruel, e precisamos sempre buscar novas visões de mundo e novas fontes de conhecimento. Um dos maiores ganhos que eu tive ao estudar fora na minha formação foi o desenvolvimento da minha autoestima. O intercâmbio aumentou meu mundo. Brinco que fui uma menina e voltei uma mulher. Com o tempo, inevitavelmente, somos obrigados a amadurecer, mas o intercâmbio acelerou esse processo”.

Júlia Ruiz, 25, estudou nos Estados Unidos, e é atriz com atuações no teatro e na televisão, com papéis em novelas e minisséries de TV Globo

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Morei fora por um período curto em Vancouver, no Canadá, onde estudei inglês vivendo em uma casa de família. Era adolescente quando fui (17 anos), então também ganhei maturidade e independência com a viagem – foi a primeira vez que tive uma experiência assim, algo muito importante para minha vida pessoal. O intercâmbio foi muito importante porque aprendi a me virar com a língua e ganhar a fluência necessária. Fazia curso de inglês no Brasil por muito tempo e a experiência nem se compara! Mesmo em apenas poucas semanas, desenvolvi a conversação muito mais que nos tempos em sala de aula por aqui. Aprendi a pensar em inglês, algo que me ajudou no futuro. Sou jornalista de entretenimento e faço entrevistas em inglês o tempo todo. Fica fácil entender a importância do intercâmbio na minha carreira.

Fernanda Catania, 29, estudou no Canadá, é jornalista de entretenimento e dona de um canal no YouTube (@foquinha) com mais de 400 mil seguidores


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Junto com um amigo do colégio, fomos para Auckland, onde estudamos inglês por três meses durante as férias da faculdade. Fora a qualificação da língua em si, que me deu solidez para enfrentar uma jornada no mercado financeiro pós faculdade, tive a oportunidade de viajar praticamente todos finais de semana pela Nova Zelândia. Uma pessoa nunca volta a mesma depois de uma viagem de estudos. O intercâmbio me fez abrir ainda mais a cabeça para pensar em caminhos diferentes, em uma época bem conturbada do ponto de vista de decisões - que estágio seguir, que matérias fazer na faculdade para maximizar tal caminho de carreira. Umas das grandes virtudes do intercâmbio é deslocar o indivíduo da zona de conforto - se desconstrói muita coisa e surgem valores diferentes a partir desse processo. Foi uma época em que comecei a aguçar meu senso empreendedor, jornada essa que acabou resultando em meu próprio negócio, uma plataforma de compartilhamento de carros entre pessoas.

Conrado Ramires, 26, estudou na Nova Zelândia, é administrador de empresas e um dos fundadores da startup PegCar.

 

 

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