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Fora do eixo: destinos pouco usuais para o seu intercâmbio

03 de Agosto de 2017

Desvendamos um segredo: viajar para lugares pouco conhecidos pode valer muito a pena

 Fora do eixo: destinos pouco usuais para o seu intercâmbio

Quem pensa em intercâmbio geralmente tem em mente viajar para grandes centros globais – aqueles que você conhece a fundo na seção Escolha Seu Destino – para estudar um novo idioma, aprofundar-se em uma segunda língua ou buscar o ensino superior ou high school fora do Brasil. Mas há quem aposte em roteiros que entram em outra categoria: a de países menos badalados mas que, ainda assim (ou justamente por isso), são imperdíveis.

“Conheci a Índia em 2013 e foi uma experiência que me marcou muito”, conta Larissa Nascimento, que colocou as memórias na bagagem para embarcar novamente para o país em 2016, na cidade de Goa, onde estudou entre janeiro e maio – uma experiência a qual ela descreve como incrível. “Eu não sabia nada do idioma, e saí da escola falando o inglês”.

Cultura x custos x qualidade
O fator cultural é um dos grandes atrativos de países não muito reconhecidos como destino de intercâmbio. “A escolha de países considerados ‘exóticos’ é diretamente ligada ao interesse do estudante de se inserir em uma cultura diferente”, analisa Leonardo Mendonça, diretor da Agência Selo Belta True Experience. Além da Índia, ele diz, a anglófona Malásia também entra na rota daqueles que buscam um destino fora do eixo.

Outro motivo que pesa para a escolha de um intercâmbio em um país menos conhecido é o financeiro. “Os custos foram menores tanto em relação ao curso quanto à alimentação e moradia se comparados a países da Europa, Oceania ou EUA”, atesta Larissa sobre sua experiência na Índia. Além da manutenção da vida diária ser mais barata, contribui o fato de que o câmbio tende, em alguns casos, a favorecer o Real em relação às moedas locais.

Mas não pense que são apenas os motivos culturais e financeiros que tornam países pouco conhecidos no eixo de intercâmbios como destinos interessantes para estudar – tanto uma nova língua quanto o ensino superior. Um grande exemplo é Cingapura. O pequeno país asiático, onde o inglês é uma das línguas oficiais, é um gigante na educação, com duas de suas seis universidades – a National University of Singapore e a Nanyang Techonologial University – entre as 15 melhores do mundo do do QS World University Rankings 2016-17.

Um segredo para chamar de seu
Você já se sentiu tão apaixonado por algo que gostaria de divulgá-lo para todo mundo e ao mesmo tempo mantê-lo como um segredo particular? Esse paradoxo se aplica na hora de recomendar países fora do eixo. E o motivo é bem sensato: “Se há menos brasileiros, maior a chance de você mergulhar na cultura local”, diz Amanda Esteves, diretora de marketing da Agência Selo Belta World Study. “O fato de ser um destino menos procurado pode significar menos estrangeiros no local e, portanto, a interação com os nativos poderá ser maior”.


Escolha seu Destino (fora do eixo)
Para aprender inglês? A Ásia está cheia de opções: Índia, Cingapura, Malásia
Para aprender espanhol? Nossos vizinhos são ótimas escolhas: Colômbia, Uruguai, Peru
Para seguir o ensino superior? Pense nos países nórdicos: Suécia, Noruega, Dinamarca

Lituânia: uma joia da educação entre os países Bálticos
Uma opção atrativa e ainda pouco conhecida dentro do circuito universitário global é a Lituânia. Localizada no leste europeu e banhada pelo Mar Báltico – que empresta o nome para a região composta ainda por Lêtonia e Estônia –, adotou, em 2015, o Euro como moeda, aumentando ainda mais sua integração com a União Europeia, membro desde 2004, e aparece entre as 10 economias que mais crescem atualmente entre as nações do grupo.

Quase 5 mil estudantes estrangeiros – em uma nação com pouco mais de 2,8 milhões de habitantes – desfrutam do ensino superior lituano, que conta com 23 universidades. A mais bem cotada em rankings internacionais, a Universidade Vilnius, fica na capital do país, e, fundada em 1707 , tem toda a glória de instituições históricas. Entre cursos de bacharelado e mestrado, os centros de educação da Lituânia oferecem 476 programas em inglês.

Além da qualidade do ensino e da vida cultural ativa, recheada por bares, galerias de arte, cafés, parques e casas de show, um dos fatores que levam milhares de estudantes a buscarem o ensino superior da Lituânia é o custo dos cursos e da vida no país. Os programas variam de €2 mil a €8,4 mil por semestre, valor mais em conta que o de muitos países da União Europeia, enquanto acomodação e alimentação seguem o mesmo padrão de preços baixos – em média, viver em uma residência estudantil sai por cerca de €90.

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