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Um dos países mais bonitos e modernos do mundo busca brasileiros para pós-graduação

05 de Junho de 2017
 Um dos países mais bonitos e modernos do mundo busca brasileiros para pós-graduação

 

A Nova Zelândia oferece excelente qualidade em pós-graduação a custo competitivo. Os estudantes brasileiros de ensino superior ainda podem viajar com a família e obter permissão de trabalho durante e após os estudos

 

Quem deseja cursar alguma modalidade de pós-graduação na Nova Zelândia está cercado de excelentes motivos. Além do ambiente de ensino rico e desafiador –  muitas vezes com bolsas do governo ou das próprias instituições de ensino – o estudante ainda pode obter a permissão de trabalho, durante e após a temporada em sala de aula.

 

Um dos principais benefícios para quem ingressa em cursos de ensino superior é poder viajar com o cônjuge, que pode pedir visto de trabalho aberto durante os estudos do parceiro. A Nova Zelandia também permite que filhos de portadores de visto de trabalho sejam matriculados gratuitamente em escolas públicas, avaliadas entre as melhores do mundo pelo exame PISA. Para os estudantes internacionais de doutorado, a Nova Zelândia confere o status de estudante doméstico. Na prática, isso significa que o estudante desfruta das mesmas taxas de um estudante neozelandês, o que permite que o programa de doutorado saia por apenas 6 ou 7 mil dólares neozelandeses por ano.

 

Os benefícios se estendem além do programa de estudos, ao terminar o curso, os estudantes brasileiros podem solicitar um visto de trabalho pós-estudos. Isso significa a permissão para exercer a sua área profissional na Nova Zelândia, dando início a uma carreira internacional. Com um trabalho qualificado no país, também é possível recuperar o investimento feito no programa de estudos e considerar um caminho para obter a residência.

 

Por trás dessas iniciativas reside uma forte cultura de excelência em pesquisa, prioridade das instituições de ensino e do governo do país. Para o estudante graduado que queira fazer mestrado ou doutorado, as opções são diversas, com destaque para engenharias e tecnologia, energias renováveis e sustentabilidade, agricultura, ciências econômicas e políticas públicas, entre muitos outros programas nos quais a Nova Zelândia é referência comprovada.

 

Estreitando laços – Brasil e Nova Zelândia têm intensificado suas relações bilaterais em educação. No mês passado, por exemplo, o professor Kris Bubendorfer, da Victoria University of Wellington, e o professor Jairo Gutierrez, da Auckland University of Technology, estiveram por aqui para divulgar os pré-requisitos dos programas internacionais. A Massey University, também reconhecida mundialmente, aposta em modelo semelhante para conquistar cada vez mais pesquisadores brasileiros, inclusive com ofertas de bolsas parciais a latino-americanos.

 

Todas as oito universidades da Nova Zelândia estão classificadas entre as 500 melhores do mundo pelo conceituado QS World University Rankings e apresentam high quality na área de pesquisa. São elas: University of Auckland, University of Otago, University of Canterbury, Victoria University of Wellington, University of Waikato, Massey University, Lincoln University e Auckland University of Technology.

 

A Auckland University of Technology (AUT) se concentra em fomentar pesquisas, buscar parcerias e aumentar sua participação com a indústria, além de buscar recursos científicos e incrementar sua infraestrutura. As atividades de pesquisa se distribuem, de forma mais concentrada, por cinco faculdades/carreiras: Negócios, Economia e Direito; Cultura e Sociedade; Design e Tecnologias Criativas; Saúde e Ciência do Meio Ambiente e Desenvolvimento Indígena e Maori.

 

A AUT também tem um centro especialmente dedicado à pesquisa e à inovação e conta com um orçamento anual de 23 milhões de dólares neozelandeses para custear esses estudos, bem como as bolsas e a manutenção de um fundo estratégico de investimento.

 

A Victoria University, que fica na cidade de Wellington, também se destaca por seu engajamento em pesquisas. As disciplinas, neste caso, estão divididas em Arquitetura e Design; Artes, Humanidades e Ciências Sociais; Negócios e Comércio; Mudança do clima; Ciências Físicas e da Terra; Ecologia e Biodiversidade; Educação; Ciências da Engenharia e Matemática; Ciências da Saúde e Biomédicas e Direito, Polícia e Governo.

 

Vale lembrar que a Nova Zelândia é o país de língua inglesa mais pacífico do mundo (Global Peace Index) e tem a melhor qualidade de vida (Legatum Prosperity Index).

 

Um pouquinho sobre as cidades

Auckland é a maior cidade da Nova Zelândia e concentra 31% da população do país. Com uma população culturalmente diversa, foi eleita recentemente como a terceira melhor do mundo em qualidade de vida.

 

Wellington acaba de ser classificada como a melhor cidade do mundo para se viver em uma pesquisa conduzida pelo Deutsche Bank.  A Lonely Planet, maior editora de guias de viagem do mundo, classificou Wellington como the coolest little capital. Com quase 500 mil habitantes e localizada na parte sul da Ilha Norte, a cidade é um centro financeiro importante e um hub na área de tecnologia.

 

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