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High School no Exterior

05 de Junho de 2017
High School no Exterior

Viajar é preciso, já diria o poeta. Estudar, também. A união dos dois verbos pode resultar em uma experiência especial para os mais jovens: o ensino médio no exterior. A chamada High School é parte da formação obrigatória de qualquer estudante, e ser realizada em outro país e idioma – seja ele o inglês ou não –  é um fator a ser considerado no desenvolvimento individual e, futuramente, profissional de quem trilha esse caminho.

“No começo foi difícil por conta do meu apego a minha vida no Brasil”, conta a estudante Carol Gruenberg sobre o semestre que passou na Maynard High School, em Massachusetts, nos Estados Unidos, por meio de um intercâmbio organizado pela Agência Selo Belta. “Mas, com o tempo, acabei me adaptando. Tinha muitos amigos e morei na casa de uma família com quem já havia me familiarizado antes da viagem pela Internet, e eles são fantásticos!”

Os alunos que vão para os Estados Unidos, o destino mais popular para quem procura o ensino médio no exterior, têm à disposição um currículo de matérias bem diferenciado do brasileiro. “Lá, os alunos podem escolher atividades extraclasses que complementam sua formação acadêmica e humana”, aponta Tatiana Moraes, coordenadora de High School da Agência Selo Belta Yázigi Travel. Austrália, Canadá e Nova Zelândia também aparecem entre os destinos mais procurados. Espanha, França, Reino Unido e Alemanha são alguns dos outros países bem requisitados que abrem as portas para os estudantes brasileiros.

 

A volta para a casa

Estudar um semestre ou um ano em uma High School não implica em dores de cabeça na hora de voltar ao Brasil. Ainda que a nomenclatura seja diferente – Carol chegou em sua escola para cursar o ano Junior/ 11th Grade –, o aluno segue o curso por aqui de onde parou no exterior, sem precisar repetir o ano ou refazer o semestre.

Os ganhos adquiridos nas salas de aula em outro país vão muito além do conhecimento acadêmico. O desenvolvimento de uma língua estrangeira – o aluno não precisa ser 100% fluente para ingressar nos cursos de high school – é consequência natural do período fora do Brasil.  Entretanto, a independência, a ampliação dos horizontes e o respeito às diferenças são palavras-chave para explicar a importância do momento High School para o jovem.

Isso, claro, sem contar as amizades que, no mundo conectado de hoje, duram por toda uma vida. “Mesmo que você já tenha feito amigos na escola, entre em algum time de esporte”, aconselha Carol Gruenberg, depois de um semestre nos EUA em 2016, para os futuros intercambistas. “Com o tempo, sua equipe vai se apegar a você do mesmo jeito que você vai se apegar a eles. Mesmo quando acabou a temporada, não parávamos de nos encontrar, e sempre me diziam: ‘Vamos sentir tanto sua falta no futebol no próximo ano…’”

High School – Jogo Rápido:

- Para quem é estudante ou está prestes a ingressar no Ensino Médio

- Nével intermediário do idioma do país onde irá estudar

- Duração média de um semestre a um ano (pode ser estendido em alguns países)

- Acomodação em casa de família ou residência estudantil (boarding school)

Cinco pontos cruciais para entender os benefícios da High School, por Carla Weisz*

 

Responsabilidade

A high school no exterior ajuda de várias maneiras, a começar pelo ganho de responsabilidade. Essa que, muitas vezes, não é assumida morando com os pais, como cuidar das próprias coisas, da alimentação, da roupa e de pequenas atividades do dia a dia até a limpeza da casa ou do próprio quarto.

 

Ampliação dos horizontes
Diante de uma cultura diferente,o jovem passa a ver a vida de outras formas, a entender que não há um único jeito de viver.Isso ajuda abrir a mente e mostrar que existem formas diferentes de viver. O processo é muito importante no futuro do jovem, inclusive para criatividade. Modelos mentais rígidos tem dificuldade de criar e inovar, e esta é uma das competências fundamentais para o mundo que vivemos hoje.

 

Novas percepções
Do ponto de vista social, o jovem terá que exercitar aspectos que muitas vezes são resultantes da “zona de conforto” – os mesmos amigos, os mesmos lugares, e até a superproteção de alguns pais.
Quando tudo é novo, nos colocamos em estado de alerta e nosso aprendizado se potencializa, pois prestamos atenção a questões e valores que antes passavam desapercebidos.

 

Mercado de trabalho
A qualidade de ensino – infelizmente – tende a ser melhor no exterior. Uma escola americana, por exemplo, incentiva muitas atividades extra curriculares, como o esporte, o que amplia e potencializa o trabalho em equipe. Além da própria vivência, que traz maturidade em função do senso de responsabilidade, que é ampliado.Com isso, a percepção do mercado de trabalho em relação a esse jovem é excelente.

 

Fluência no idioma
A valorização pelo mercado é notável. Com outro idioma, o estudante amplia  suas possibilidade de carreira, especialmente no mundo globalizado – ele pode trabalhar em empresas multinacionais em que a relação com a matriz estrangeira é intensa.

  

Carla Weisz é consultora, escritora, educadora e palestrante. Autora da obra recém-lançada “O Dono da História

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