Cuidar do bolso é essencial durante os estudos no exterior. O investimento começa no Brasil com os custos de visto, passagens aéreas, curso e acomodação. Por isso a importância de se organizar e planejar. E ninguém melhor para ajudar nesse momento do que uma agência de intercâmbio. “Ela relaciona os custos básicos e dá dicas de eventuais despesas pessoais”, comenta Flavio Crusoé, diretor da BEX Intercâmbio. Algumas das dicas não são facilmente acessíveis e nem estão na internet: só o consultor educacional poderá ajudar.
Com tudo acertado no Brasil, é hora de pensar em como levar o dinheiro para o exterior. As três principais maneiras são os cartões de crédito, os cartões de débito pré-pagos e o papel-moeda. “Elas se complementam”, observa Luciana Mitri, diretora da Intercâmbio Global, que destaca o dinheiro para os gastos no aeroporto e chegada no destino. O cartão de crédito é recomendável para compras maiores, aluguel de carro, check-in em hotéis etc. “Mas deve-se lembrar de que ele está sujeito à variação cambial”, completa a diretora. Já os cartões de débito pré-pagos são ideais para o dia a dia em gastos como alimentação, compras pequenas e lazer, por exemplo. “A praticidade, a segurança, não sofrer com diferentes taxas de câmbio e a substituição em casos de perda ou furto são as maiores vantagens desse tipo de produto”, completa Luciana.
No caso dos cartões de crédito, em qualquer país que você esteja, o valor é convertido para dólar americano e então para reais. Com isso pode-se perder um bom dinheiro com as variações entre as moedas. Porém os cartões de crédito têm a seu favor a vantagem dos parcelamentos. Mas é preciso muito cuidado com essa vantagem para não se endividar na volta ao Brasil. E claro, não se pode esquecer do imposto sobre transações internacionais, que é de 6,38% sobre o valor gasto.
Os cartões de débito pré-pagos permitem que o viajante não seja prejudicado com as diferenças cambiais, pois ele deposita o dinheiro no cartão, pagando uma única taxa. Algumas empresas oferecem um cartão para cada moeda internacional, sendo as principais o dólar americano, o euro e a libra esterlina. Mas há a opção de se usar um único cartão para diversas moedas. É o caso do Star Cash, do Banco Cruzeiro do Sul. Luis Octavio, diretor superintendente do banco, conta que não carregar vários cartões é uma grande vantagem, facilitando a organização durante a estadia no exterior. “Principalmente quando o viajante visita mais de um país, cada qual com a sua moeda”, completa Luis. O Star Cash pode receber até 11 moedas diferentes.
O ideal é não concentrar tudo em uma única forma. Se possível, leve as três opções e tenha bem claro qual o melhor momento de usar cada uma delas. “Economizar dinheiro será mais um aprendizado do intercâmbio”, finaliza Flavio.
Edição 2013 da Revista ei! - Educação Internacional - Educação Internacional.
Segurança. Este é um dos principais temas da atualidade. E quando se fala em educação internacional, o estudante quer ter a segurança que seu investimento vá lhe render o crescimento acadêmico e profissional que almeja.
Solicite a sua