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Curso de graduação e intercâmbio no Canadá na terceira idade são tendência

21 de Setembro de 2017

Cursos de graduação e intercâmbio na terceira idade no Canadá estão crescendo entre os produtos vendidos pelas agências no Brasil

 Há um crescimento em cursos de graduação e em intercâmbio para a terceira idade no Canadá entre os produtos vendidos pelas agências no Brasil. É o que mostra um levantamento exclusivo que obtive com as informações relacionadas apenas ao Canadá contidas na Pesquisa de Mercado Selo Belta 2017 (com números referentes a 2016).

Para esse recorte, foram levados em consideração somente os dados das agências que incluíram o Canadá entre os três destinos que mais venderam em 2016. O Canadá ficou entre os três primeiros colocados em 89% das vezes em que foi citado pelas 106 empresas ouvidas no estudo, sendo 67 delas membros da Associação Brasileira Especializada em Educação Internacional (Belta). A pesquisa foi realizada pelo grupo Mobilidades – A Vivência Acadêmica Internacional, do departamento de Pesquisa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) em São Paulo.

No geral, o levantamento já apontava aumento no interesse por programas de graduação, que apareceram na 10ª posição em 2016 — antes estavam na 12ª. Em relação ao Canadá, subiram da 13ª para a 7ª. “Os brasileiros têm começado a procurar cursos de graduação, MBA e pós no Canadá, no entanto, ainda de forma tímida. O número de brasileiros que não têm domínio do inglês é muito alto e, para esse tipo de curso, ter uma noção avançada do idioma é fundamental”, explica Santuza Bicalho, diretora de Produtos da Experimento.

O curso de idioma segue como o produto mais vendido pelas agências, tanto para destinos canadenses quanto no geral. Nos dois casos, permanece na liderança em 2015 e 2016. Mas a pesquisa da Belta indicou que, de um modo geral, o brasileiro gastou mais com estudo no exterior — em média, US$ 8.902, o que representa um crescimento de 82%, na comparação do ano passado com 2015. “Esse aumento reflete a procura maior por programas de longa duração”, explicou Maura Leão, presidente da Belta, quando foi apresentada a pesquisa. “Os estudantes não buscam mais só cursos de idioma, mas também programas com trabalho temporário e de nível superior”, disse.

Em relação ao Canadá, embora majoritariamente ainda predominem os cursos de idioma, os dados mostram uma tendência por programas de intercâmbio de médio e longo prazo. De acordo com a Pesquisa de Mercado Selo Belta 2017, entre os principais motivos para o intercâmbio, “Investir na formação acadêmica” pulou da 5ª para 2ª posição no Canadá, de 2015 para 2016. Nos dados gerais da pesquisa, esse item teve leve queda, do 3º para o 4º lugar.

Estudo com trabalho no Canadá

No STB, 70% dos estudantes procuram cursos de idioma para o intercâmbio, mas já é percebido um aumento no interesse por programas mais longos. “Há também muita busca por estudo com trabalho, em que o aluno tem a oportunidade de trabalhar durante 20 horas por semana”, conta Bruno Contrera, gestor de Cursos e Universidades no Exterior do STB. “Vale a pena ressaltar que os brasileiros têm procurado, especialmente, os colleges públicos porque eles oferecem a oportunidade de extensão do visto para dois ou três anos após o término do intercâmbio.”

Também tem mais gente querendo fazer cursos que combinem estudo com trabalho na Descubra o Mundo Intercâmbio. Segundo o Bruno Passarelli, CEO e fundador da empresa, em função da recessão no Brasil e do mercado nacional cada vez mais limitado, alguns intercambistas veem na viagem a possibilidade de se capacitar e trabalhar no exterior. “Sentimos um aumento expressivo nos cursos de co-op, técnicos que dão permissão para trabalho, porém eles têm um valor de investimento mais alto do que o padrão e o intercambista tem de ter inglês pré-avançado, além de uma comprovação de renda”, explica. “Esse programa ainda tem muito que se desenvolver em comparação ao curso de idioma para ser considerado o chamariz para o Canadá, como é o estudo e trabalho na Irlanda, por exemplo.”

Intercâmbio acima dos 60 anos

Os dados exclusivos sobre o Canadá também apontam um crescimento na faixa etária acima dos 60 anos, ou seja, o intercâmbio na terceira idade. Esses estudantes passaram do 9º lugar para o 7º no ranking do Canadá — na tabela geral, relativa a todos os países, seguem na posição anterior.

Obviamente, a maioria dos alunos que fazem intercâmbio tanto para o Canadá quanto para os outros países ainda é composta por jovens. Nos programas em geral, a faixa etária predominante ainda teve uma leve ascensão: o grupo de 25 a 29 anos subiu da 2ª posição para liderança do ranking. Especificamente no Canadá, a liderança é de uma faixa etária ainda mais jovem: de 18 a 21 anos.

Histórias de quem fez intercâmbio no Canadá

As informações da Pesquisa de Mercado Selo Belta referentes ao Canadá não mostra a regra, mas apontam uma tendência, também percebida pelas agências: que cresce o interesse por parte de outros tipos de intercambistas, acima de 30 anos e, muitas vezes, interessados em “Diferenciar o currículo no mercado de trabalho”, primeiro motivo apontado por quem comprou um intercâmbio para o Canadá tanto em 2015 quanto em 2016.

A partir de amanhã, você conhece histórias dessas pessoas que passaram a procurar o intercâmbio mais velhas ou interessadas na formação profissional. Acompanhe!

Fonte: http://viagem.estadao.com.br/blogs/canada-para-viagem/intercambio-no-canada-curso-de-graduacao-terceira-idade-tendencia/

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